segunda-feira, 4 de maio de 2009

domingo, 12 de abril de 2009

Depois comenta comigo? Eu vou adorar, juro.

Estou apaixonado. Apaixonado. - é tudo que eu pude dizer ao assistir. Sempre fui apaixonado pelo cinema nacional, sempre defendi com o que pude defender, mas fazia um tempinho que o cinema brasileiro não me dava novas referencias de filmes bons. Até o convite que recebi depois de um almoço de feriado um tanto quanto conturbado. Vamos ver um filme. Vamos. Que emoção, fazia tempo que não viajava em um roteiro assim, nem no teatro. Deve ser por isso: O filme também fala de teatro. e de amor. De Tristão e Isolda. E tem um elenco de arrepiar, no sentido mais real possível, de arrepiar mesmo, de pelos eriçado. Temos Letícia Sabatella, Wagner Moura, Andréia Beltrão, José Wilker e tantos outros, não menos importantes. A história? A história, meus amigos? Vou dar a mesma sinopse que me deram, e que me deixou curioso. Fala de teatro e amor, e de que não dá de fazer teatro na horas vagas. Não dá mesmo. E também não dá para ver Romance nas horas vagas, não mesmo. Combine um horário, com o namorado, com a família, com os amigos, ou melhor com você mesmo. Não prepare pipoca e nada de refrigerante. Apenas assista, aprecie e se apaixone.


terça-feira, 7 de abril de 2009


Dificilmente escrevo textos longos, acho que sou um escravo das comodidades e do medo de escrever demais. Lembro que assim que iniciei o blog, escrevia com muito mais freqüência, podem ver se quiser, e como um movimento inversamente proporcional, o numero de visitas diminuiu cada vez mais as palavras postadas. Talvez seja aquele medo natural que temos. Que tenho. Costumava escrever sem nem imaginar que seriam lidos, hoje canso de escrever e apagar, escrever, achar ruim e apagar de novo, e por fim desistir. Gosto do ler os momentos nas palavras aqui postadas, e agora lendo alguns últimos postes leio pouco. Logo, escrevo pouco. Não me refiro ao quantitativo em ordens de palavras. Mas ao especial que me sentia ao lê-los. Também, acho que estou passando por um momento retardatário. Talvez. Sei lá.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Ela andou sonhando.

.Disse. Lembra aquele sarau perto do DCE, em que tocou Los Porongas? Pois é, teve uma história que o reitor tirou todas as sinucas porque tinha gente transando em cima delas. E foi mesmo na hora em que o Diogo disse,Protesto contra o sumiço das sinucas, em uma universidade abrimos um mundo de novas experiências e transar em cima das sinucas é uma experiência ótiiiiiima. E que a galera vibrou, aêêêê. Que uns gostosos com cara e sotaque de britânicos vieram em minha direção me agarraram, e enquanto eu gritava, nãão, nãao, parem, vocês são lindos demais para min, eles me transportaram para o céu, meio que flutuando e fizemos sexo nas estrelas. Depois de gritos eloqüentes que faziam chover na noite. Durmi. Quando acordei estava na cama com o Johnny Deep.

Ufa.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Fabrícia {Não estou} diz:
Ei, vc largaria tudo para ir atrás do seu sonho junto comigo? Somente eu e vc?
AndréCezar diz:
eu não penso em outra coisa.

domingo, 1 de março de 2009

os seus, e nada mais.

Ele não entendia as teorias sobre jardins e borboletas. Achava aquilo uma baboseira na verdade. Talvez nunca conseguisse compreender o que aquilo queria dizer, se dissesse alguma coisa. Da mesma maneira que não compreendia, talvez nunca amasse. Sim, gostava dos beijos, das noites, da maneira como a lua sempre aparecia nos momentos de silêncio, mas não conseguia amar quase nada. Amava falar com casos antigos que já estavam rumo à Viena, amava seus tédios nos quartos. Amava as músicas que faziam sofrer os ouvidos. Amava seus sonhos. Ah, isso ele amava, de maneira egoísta até. Mas amava, verdadeiramente. Talvez essa fosse sua sina. Amar sonhos, e mais nada.