quinta-feira, 5 de março de 2009

Fabrícia {Não estou} diz:
Ei, vc largaria tudo para ir atrás do seu sonho junto comigo? Somente eu e vc?
AndréCezar diz:
eu não penso em outra coisa.

domingo, 1 de março de 2009

os seus, e nada mais.

Ele não entendia as teorias sobre jardins e borboletas. Achava aquilo uma baboseira na verdade. Talvez nunca conseguisse compreender o que aquilo queria dizer, se dissesse alguma coisa. Da mesma maneira que não compreendia, talvez nunca amasse. Sim, gostava dos beijos, das noites, da maneira como a lua sempre aparecia nos momentos de silêncio, mas não conseguia amar quase nada. Amava falar com casos antigos que já estavam rumo à Viena, amava seus tédios nos quartos. Amava as músicas que faziam sofrer os ouvidos. Amava seus sonhos. Ah, isso ele amava, de maneira egoísta até. Mas amava, verdadeiramente. Talvez essa fosse sua sina. Amar sonhos, e mais nada.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009


A todos os ventos eu peço coragem.
A cada estrela e estrada
Ao mar que não morre nunca
eu peço coragem.
E ao sol e à lua
E a todo o firmamento.
A cada pássaro
A cada pedra
A cada bicho da terra e do ar
Peço coragem a tudo o que vive agora
E ainda viverá
Coragem para cavalgar os dias
Navegar nas horas
E a cada minuto e segundo Sonhar.
Na voz de José Mauro Brant.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

verdadeiramente triste.

E durante a noite inteira as lágrimas não secaram dos meus olhos.

Que o meu coberto me engula em um sono profundo, de águas claras e salgadas, e que ao acordar o sol não me deixe encontrar os olhos que amedrontam, somente veja com fundo azul-céu os olhares de reconforto, os poucos.

Menino Grande

e os meus metros de altura não significaram nada enquanto você cantava músicas sérias com a mesmo voz rouca das canções de ninar.

"E quando ela segurou a mão dele, não foi preciso olhar para ter certeza, ela estava do seu lado e o entendia como nenhuma daquelas mentes caladas jamais conseguiria."



Obrigado.